I'm gonna spoil everything
Like I always do
Like I always do
You know me
You don't know me
I don't think you know me
Because I don't even know myself
I love you
And that's why
I need to let you go
I love you so much
That I don't wanna hurt you
I hurt everybody I love, baby
And I love you the most.
segunda-feira, 22 de maio de 2017
segunda-feira, 15 de maio de 2017
May, 13th 2017
I don't know how to deal with reality
Day-to-day life kills me
Little by little
I met you in a very strange time of my life
I lost you in the worst time of my life
We met again in the right time
Oh, life
I could write a book
I could write a song
I could post about it
On my Facebook account
It doesn't matter
I don't know how to say
What I want to say
What it mean to me, you
I'm writing right now
Because I can't keep this inside of me
I beg you to shut me down
Come back here
One
More
Time
Day-to-day life kills me
Little by little
I met you in a very strange time of my life
I lost you in the worst time of my life
We met again in the right time
Oh, life
I could write a book
I could write a song
I could post about it
On my Facebook account
It doesn't matter
I don't know how to say
What I want to say
What it mean to me, you
I'm writing right now
Because I can't keep this inside of me
I beg you to shut me down
Come back here
One
More
Time
sábado, 1 de abril de 2017
Se você me perguntasse o que eu teria feito diferente
Eu diria que teria feito tudo igual
Mas eu teria ficado quando você disse
“Por que você não fica?”
Não foi o efeito do álcool passando
Não foi a luz da manhã que bateu de repente na janela
[e clareou tudo]
Não foram as outras pessoas nos olhando
Foi a minha própria escuridão
É sempre tarde em mim
Por tantos anos eu me neguei a fazer
Todas aquelas coisas que eu fiz - e disse - naquela noite...
Estava escuro, mas eu jamais vi a vida tão claramente
Eu olhei direto nos seus olhos e disse que te amava muito
Eu juro que nunca me senti tão feliz
Em toda a minha vida
Eu fui embora porque não sei amar sobriamente
Eu fui embora porque olhar para você me lembrou que mesmo eu
Poderia ser feliz
Eu diria que teria feito tudo igual
Mas eu teria ficado quando você disse
“Por que você não fica?”
Não foi o efeito do álcool passando
Não foi a luz da manhã que bateu de repente na janela
[e clareou tudo]
Não foram as outras pessoas nos olhando
Foi a minha própria escuridão
É sempre tarde em mim
Por tantos anos eu me neguei a fazer
Todas aquelas coisas que eu fiz - e disse - naquela noite...
Estava escuro, mas eu jamais vi a vida tão claramente
Eu olhei direto nos seus olhos e disse que te amava muito
Eu juro que nunca me senti tão feliz
Em toda a minha vida
Mas é sempre tarde em mim
Eu fui embora querendo ficarEu fui embora porque não sei amar sobriamente
Eu fui embora porque olhar para você me lembrou que mesmo eu
Poderia ser feliz
E fui.
domingo, 27 de novembro de 2016
Comecemos com a imposição.
Nascemos, simplesmente. Não há perguntas, não há respostas. Há somente o 'sair da caverna'. Acho esse um mau começo. O mundo simplesmente espera que sejamos gratos pela vida, que queiramos viver. Mas que mundo é esse que não é igual para todos? Eu sei, eu sei, a vida não é justa e temos que batalhar para conseguirmos o que queremos. Eu sei, mas não concordo. Queria que a minha vida fosse fácil, e que meus desejos se realizassem.
O que pedem de mim é muita coisa! Tenho uma agenda completa de coisas para fazer, que me custarão anos para serem realizadas e que, com um pouco de sorte, trarão alguns frutos. Mas porque tenho que viver uma vida toda com um saldo tão pequeno de realizações?
Às vezes busco a morte em ruas escuras e esquinas mal iluminadas. Não nego que meu coração bate muito forte, e que não tenho medo. Tenho muito! Apesar dos vários ensaios que aconteceram em minha mente, o momento real é assustador. Até hoje, nunca aconteceu. O ato final, quero dizer.
Pergunto-me o porquê, já que às vezes esse é o meu desejo mais urgente. Não posso deixar de pensar que é o mundo conspirando contra mim. Ele vive e é mal, mas não sei realmente o que fiz para merecer tal castigo.
Pergunto-me o porquê, já que às vezes esse é o meu desejo mais urgente. Não posso deixar de pensar que é o mundo conspirando contra mim. Ele vive e é mal, mas não sei realmente o que fiz para merecer tal castigo.
[Texto encontrado entre rascunhos, deve ser provavelmente de 4 ou 5 anos atrás]
quinta-feira, 27 de outubro de 2016
Para aquele
o problema não é esquecer
é lembrar - sempre -
às 10 da noite
à 1 da manhã
no meio da música que toca
durante a insônia costumeira
ai, a insônia costumeira
ai, as lembranças
faz tanto tempo que não sei se aconteceu
acho que inventei grande parte
desse aglomerado de palavras, gestos, olhares
sorrisos, beijos, revelações, toques, sensações
que eu senti, que a gente compartilhou
[um com o outro]
você se lembra?
era o que eu gostaria de perguntar
mas eu fui embora, você ficou
eu disse coisas demais, e acho que você gostou
mas não o suficiente
eu disse coisas demais, disse coisas crueis
disse que te amava and i mean it
você sabe, não sabe?
era o que eu gostaria de saber
mas você ficou com outra
[pessoa]
e não nos falamos mais desde então.
eu deixei marcas, e foi proposital
porque você foi meu durante algumas horas
e eu estava prestes a ir embora.
eu queria sentir o gosto,
e senti
e gostei
e me perguntei: por que não antes?
o que diabos a gente fez durante todos aqueles anos?
começo a me perder, as palavras não
respiro, o coração palpita
recomeçemos.
você também sentiu, o gosto?
e você gostou?
era o que eu gostaria de saber
se ainda fôssemos amigos.
lembra quando eu disse que seríamos amigos pra sempre?
eu lembro, e me dói demais imaginar que não.
ainda somos, não somos?
te odeio.
não pergunto mais de ti, não quero saber
quero sim, mas não quero.
você me entende, não?
queria muito te mandar pra puta que pariu
e já mandei diversas vezes
mas a coisa não funciona assim.
é mais do que o meu orgulho ferido,
é esse amor não consumido...
se não foi amor, foi o quê?
é o quê?
te amo, te odeio.
se um dia lembrar de mim...
você se lembra?
é lembrar - sempre -
às 10 da noite
à 1 da manhã
no meio da música que toca
durante a insônia costumeira
ai, a insônia costumeira
ai, as lembranças
faz tanto tempo que não sei se aconteceu
acho que inventei grande parte
desse aglomerado de palavras, gestos, olhares
sorrisos, beijos, revelações, toques, sensações
que eu senti, que a gente compartilhou
[um com o outro]
você se lembra?
era o que eu gostaria de perguntar
mas eu fui embora, você ficou
eu disse coisas demais, e acho que você gostou
mas não o suficiente
eu disse coisas demais, disse coisas crueis
disse que te amava and i mean it
você sabe, não sabe?
era o que eu gostaria de saber
mas você ficou com outra
[pessoa]
e não nos falamos mais desde então.
eu deixei marcas, e foi proposital
porque você foi meu durante algumas horas
e eu estava prestes a ir embora.
eu queria sentir o gosto,
e senti
e gostei
e me perguntei: por que não antes?
o que diabos a gente fez durante todos aqueles anos?
começo a me perder, as palavras não
respiro, o coração palpita
recomeçemos.
você também sentiu, o gosto?
e você gostou?
era o que eu gostaria de saber
se ainda fôssemos amigos.
lembra quando eu disse que seríamos amigos pra sempre?
eu lembro, e me dói demais imaginar que não.
ainda somos, não somos?
te odeio.
não pergunto mais de ti, não quero saber
quero sim, mas não quero.
você me entende, não?
queria muito te mandar pra puta que pariu
e já mandei diversas vezes
mas a coisa não funciona assim.
é mais do que o meu orgulho ferido,
é esse amor não consumido...
se não foi amor, foi o quê?
é o quê?
te amo, te odeio.
se um dia lembrar de mim...
você se lembra?
segunda-feira, 30 de março de 2015
Ana K.
Se insisto em ver
O que não vejo,
É porque eu sinto.
Quem há de contrariar
O coração ferido
De uma moça
Levada
A acreditar
Na vida
Como ela não é?
O demônio das onze horas
Nunca vai embora, de verdade.
Ele espera calado,
Na estação,
O próximo trem
Que sempre vem.
terça-feira, 18 de novembro de 2014
O fim em cinco atos.
1.
Não consigo mais escrever.
Tudo é ridículo e passível de críticas,
As palavras não me pertencem mais.
Passei muito tempo fechada,
Vítima de uma dessas depressões
Que sempre me dão.
Por falar nisso,
Where is my Xanax?
2.
Não consigo mais ler.
Tudo já foi escrito e cai na mesmice,
Os livros não me alimentam mais.
Passei muito tempo trancada,
Em uma dessas prisões
Que sempre construo.
Por falar nisso,
Where is my Thorazine?
3.
Não consigo mais falar.
Tudo já foi dito e discutido,
Os sons não me pertencem mais.
Passei muito tempo calada,
Em um desses exílios
Que sempre me imponho.
Por falar nisso,
Where is my Diazepam?
4.
Não consigo mais enxergar.
Tudo já foi visto e revisto,
As imagens não me pertencem mais.
Passei muito tempo no escuro,
Em uma desses apagões
Que sempre me acontecem.
Por falar nisso,
Where is my morphine?
5.
Não consigo mais.
Não consigo.
Consigo?
Não.
Não consigo mais escrever.
Tudo é ridículo e passível de críticas,
As palavras não me pertencem mais.
Passei muito tempo fechada,
Vítima de uma dessas depressões
Que sempre me dão.
Por falar nisso,
Where is my Xanax?
2.
Não consigo mais ler.
Tudo já foi escrito e cai na mesmice,
Os livros não me alimentam mais.
Passei muito tempo trancada,
Em uma dessas prisões
Que sempre construo.
Por falar nisso,
Where is my Thorazine?
3.
Não consigo mais falar.
Tudo já foi dito e discutido,
Os sons não me pertencem mais.
Passei muito tempo calada,
Em um desses exílios
Que sempre me imponho.
Por falar nisso,
Where is my Diazepam?
4.
Não consigo mais enxergar.
Tudo já foi visto e revisto,
As imagens não me pertencem mais.
Passei muito tempo no escuro,
Em uma desses apagões
Que sempre me acontecem.
Por falar nisso,
Where is my morphine?
5.
Não consigo mais.
Não consigo.
Consigo?
Não.
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